Por onde andas, oh minha querida, que não me deste mais sinal de vida? As coisas estão mudando aqui, e sua ausência me deixa perdida. Sem você, eu sobrevivo — só mais um robô nesse sistema... que pena. Quando não está aqui, almejo a morte... Mas ela ainda não me alcançou. Será isso sorte? Volta! Eu te espero de braços abertos e uma mesa farta. Volta! Prometo te ouvir cantar e não mais te calar! Volta! Vou chamar minha criança e te levar pra brincar! Fica! Eu prometo tentar te cuidar.
Juliana de Luccas
Um espaço onde o Vocábulo encontra refúgio e sentimentos ganham voz. Aqui, cada virgula, ponto e linha é uma busca por conexão, uma tentativa de traduzir emoções complexas em excreções que toquem a alma. Venha se perder e se encontrar nas palavras que falam de amor, dor e da constante dança entre o grito e o silêncio