Pular para o conteúdo principal

Jure? - Juliana de Luccas - Outubro 2024

#PraTodosVerem Imagem em fundo quadriculado em tons de Cinza. No centro, em letras Brancas: Jure, Juliana de Luccas, Outubro 2024. Certo, correto?  É errado, ou só  como eu não agiria?  Por que não faria?  Então, o que seria?  Hipocrisia?    O que não devo fazer?  Matar, roubar, machucar alguém por querer...  Ah, não se engane, isso vai acontecer!  O que cabe a mim?  Viver, sonhar, nunca esquecer que não sou júri pra julgar.    Eu conheço uma parte da história,  mas bagagem é bagagem,  Alegrias são passageiras   Mas a dor, essa aparenta nunca ser provisória.     Ela justifica?   Não sei... Mas as consequências?   Ah, essas sim são perpétuas

Certo, correto?

É errado, ou só  como eu não agiria?

Por que não faria?

Então, o que seria?

Hipocrisia?


O que não devo fazer?

Matar, roubar, machucar alguém por querer...

Ah, não se engane, isso vai acontecer!

O que cabe a mim?

Viver, sonhar, nunca esquecer que não sou júri pra julgar.


Eu conheço uma parte da história,

mas bagagem é bagagem,

Alegrias são passageiras 

Mas a dor, essa aparenta nunca ser provisória. 


Ela justifica? 

Não sei... Mas as consequências? 

Ah, essas sim são perpétuas



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Pulsar - Juliana De Luccas

No Horizonte distante um abrigo...  Ou será uma miragem?  Paços tropegos e incertos, Caminham Por uma Estrada que brilha,  Decorada por cacos de vidro.  O que ficou para trás? Um precipício de coisas que não alcança mais...  Os pés feridos caminham sem rumo, O cansaço suplica,   A busca por um fim. Mas insistente, o coração ainda pulsa  Ele, não desistiu de si.

Deságuam os segredos - Juliana De Luccas

Elas moram no alto, onde ventos sussurram segredos. Cúmplices do céu, guardam confissões que o mundo contou. Sopros de amor. Despedidas. O nascer de sonhos. Veem passos incertos em ruas vazias, lágrimas furtivas na solidão, promessas soltas nas ventanias e beijos trocados na contramão. E quando deságuam em tempestade ou chuva serena, declamam o que sabem aos rios, árvores e ao sagrado chão.

voa - Juliana De Luccas

Voa, voa, voa! Dança, dança! Brinca com o vento. Leve pelo ar. A tempestade virá... Te impedir de voar Folhinha, se regozige com cada momento,  E quando chegar ao chão,  Não se perca no lamento.